A luta contra o passaporte sanitário no Rio de Janeiro

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Manifestantes contra o passaporte sanitário são impedidos de entrar no prédio da Alerj para acompanhar a votação nesta quarta-feira (8). A segurança da Casa entrou em confronto com os cidadãos, impedindo que os mesmos acompanhassem a votação. O projeto recebeu 57 emendas e voltará a tramitar na casa antes de ser colocado em votação no plenário.

O Projeto de Lei 4.919/21, de autoria dos deputados Filipe Soares (DEM), que proíbe a discriminação de pessoas que se recusarem a tomar a vacina contra o coronavírus, recebeu 57 emendas dos parlamentares e não foi votado nesta quarta.

Com as emendas ao texto original, o projeto será novamente analisado pelas comissões da Casa antes de ser votado em plenário. Ainda não há previsão para que o texto volte à pauta.

A proposta apresentada tem como objetivo impedir que o passaporte sanitário seja usado em qualquer município do estado. O projeto também pretende proibir que empresas, públicas ou privadas, possam cobrar o certificado de vacinação de seus funcionários.

 

A proposta ainda prevê multa de quase R$ 3 mil para quem pedir o passaporte de vacina. A cobrança pode chegar a R$ 370 mil para autoridades públicas.