A relação das universidades com Senadores e Deputados Federais

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As relações das universidades com Senadores e Deputados Federais e suas emendas parlamentares

De um modo geral, as relações entre os Senadores e Deputados de esquerda e as universidades públicas brasileiras são as mais inescrupulosas possíveis. O banditismo chega a ser inacreditável. Vejamos alguns casos: no Rio de Janeiro, as Federais e a UERJ são quintais do PSOL, do PT, do PCdoB e do PSTU. Nelas, grande parte dos alunos ligados aos DAs, CAs, DCEs e Coletivos são soldados das bandeiras partidárias da esquerda; soldados, acólitos e obreiros. Agem com a servidão dos soldados e com a cegueira dos religiosos do mais acendrado fundamentalismo. Esses fundamentalistas não trabalham por virgens no paraíso; trabalham na esperança de receberem Auxílio Transporte, Auxílio Moradia, Auxílio Alimentação e outras bolsas originárias do Decreto PNAES-Programa Nacional de Assistência Estudantil, criado por Lula e Fernando Haddad como mais um esquema de vitimização e dependência dos nossos jovens, travestido de Assistência Estudantil.

Enquanto as bandeiras do feminismo, da liberdade sexual, da vitimização do negro, da liberação das drogas e do direito ao aborto são defendidas pelos fundamentalistas tanto nos corredores, eventos e salas de aula, a alta direção das universidades trabalha pela permanência no poder, pelo fortalecimento dos grupelhos partidários de cada departamento, faculdade ou instituto e, claro, pelas parcerias políticas. É aí que entram os Senadores e Deputados, aos quais os dirigentes recorrem pleiteando quinhões das Emendas Parlamentares.

A esse respeito, há indícios fortes (tenho algumas provas que revelarei em momentos oportunos) de Emendas liberadas para construções de prédios sob a condição de as licitações premiarem construtoras cujos sócios são laranjas dos políticos amigos das universidades. Com vitória nas licitações, o dinheiro sai de Brasília, entra nas Fundações ligadas às universidades, chegam às construtoras e finalizam o percurso caindo nos cofres pessoais dos políticos. Enquanto o dinheiro não é lavado, fica guardado nos forros de gesso dos apartamentos de luxo, nos fundos falsos das banheiras de hidromassagem, das cerâmicas de pisos e paredes ou em outros locais inventados pela farta criatividade da parte podre dos nossos cientistas e pesquisadores.

Enquanto isso acontece, os fundamentalistas têm seus olhares desviados para as bandeiras libertárias às quais foram apresentados logo nas primeiras semanas do primeiro semestre por aqueles carismáticos e bem humorados professores marxistas que os cativaram com a facilidade de quem é capaz de reconhecer a carência de um jovem infeliz e desajustado.

Para nossa sorte, existem os alunos sérios, que disputam as bolsas de iniciação científica e de extensão, esforçam-se, estudam devotadamente, com a dedicação que o ensino superior de fato exige. Graças a essa parcela, sempre amparada pelos bons professores, a universidade brasileira ainda não caiu no caótico abismo criado pelos insanos 12 anos de Fernando Haddad à frente do MEC.

A universidade brasileira, com honrosas exceções, foi direcionada para um estado de degradação difícil de ser revertido. Apesar dos esforços do atual Ministro do Milton Ribeiro, nada mudará se a sociedade brasileira não se informar a respeito do que acontece dentro das universidades. A informação a respeito dos desmandos, desvios, da politização, da má gestão, das fraudes nos concursos, das obras inacabadas, dos professores que compram coberturas na avenida Atlântica, da corrupção na distribuição de bolsas e outros disparates é fundamental para que a sociedade pressione as autoridades e os órgãos de controle e fiscalização para que haja moralização das nossas instituições de ensino, pesquisa e extensão. Nossas universidades precisam voltar a servir à sociedade. É por isso que lutamos, enfrentando ataques e perseguições! Que isso não seja em vão!